sábado, 24 de abril de 2010

Leitura e escrita de textos não literários

Face à necessidade de contacto com textos em diferentes suportes e formatos torna-se fundamental que os alunos os experimentem e explorem na sala de aula. Esta exploração facilita o dia a dia dos alunos como cidadãos e prepara-os para uma melhor interpretação de tudo o que os rodeia, textos de actuação social que ao serem explorados na sala lhes permitem construir o conhecimento académico sobre a realidade.
Segundo o novo programa os alunos devem contactar com múltiplos textos em diferentes suportes e formatos, de diferentes tipos e com finalidades distintas, considerando o domínio do literário e o do não literário, sendo o texto não literário fundamental na construção e organização do conhecimento.

3º B - Leitura e escrita de textos não literários

Nesta aula falámos sobre a solubilidade de alguns materiais. Numerámos quatro frascos, nos quais iríamos colocar quatro materiais diferentes para verificar se se dissolviam ou não.Todos os frascos tinham água. No frasco nº 1 colocámos açúcar.
No nº 2 colocámos areia.
No nº 3 colocámos sal.
E no nº 4 colocámos café.
O que iria acontecer? Todos concluiram que o sal e o açúcar se iam dissolver, a areia não se dissolvia "senão na praia não havia areia", mas o café deixou dúvidas.
Mexemos todas as misturas mas se não mexêssemos os resultados seriam os mesmos mas mais demorados.
Qual seria a maneira de tirarmos esta dúvida? Vamos coar a mistura da água com o café e verificar o que acontece. Coámos e o pó de café ficou todo no coador. Deu cor e cheiro à água mas não se dissolveu.
Então, quando os materiais não se dissolvem podem-se separar filtrando. Quando se dissolvem e formam uma solução podem-se separar através da evaporação da água, como verificámos na solução que tirámos da experiência feita com a mãe da Margarida. Depois de filtrada a solução da aula de ciências, colocámo-la numa taça, a água evaporou-se e ficou o sal no fundo.
Lemos uma ficha informativa, com os nomes científicos dos fenómenos ocorridos.
E construímos uma tabela com o que tínhamos observado.

quinta-feira, 18 de março de 2010

O ensino da escrita de textos literários

Em sala de aula, o trabalho com a literatura deve procurar estimular a criatividade linguística das crianças, contribuindo para formar o seu sentido estético e iniciando-a na arte em geral.
Um trabalho diversificado e criativo com a leitura é cada vez mais necessário na escola actual, tendo em vista as crescentes transformações e exigências da nossa sociedade e do mercado de trabalho, quanto à capacidade de ler e interpretar textos. Para se conseguir que o aluno se torne um leitor crítico, o texto tem que ser alvo de reflexão e recriação, associando a actividade de leitura à produção de outros textos ou trabalhos feitos pelos alunos e facilitando a expressão de suas visões sobre o texto.
É fundamental que os alunos entendam que a leitura não se limita a um processo mecânico de articulação e conjunção de um conjunto de símbolos, mas passa também pela apreensão da mensagem que nos querem passar. Para tal devemos contextualizar-nos devidamente e procurar recolher o máximo de informação possível sobre o que estamos a ler.

3º B - O ensino da leitura e escrita de textos literários

Nesta aula fizemos um círculo de leitura com a história da “Fada Oriana” de Sophia de Mello Breyner Andresen. Já lemos a história na sala de aula e gostámos muito.
Formámos quatro grupos com cinco ou seis elementos. Cada elemento tinha uma função.
Tinha sido entregue a cada aluno a parte da história que iriam trabalhar. A aula começou por ser o reconto da parte da história que tinham lido.
Estiveram muito bem. São uns conversadores de Primeira. A professora Ana deu-lhes os parabéns pela maneira como desenvolveram o discurso, pela riqueza de vocabulário e colaboração no trabalho.
Depois foram distribuidas as fichas. Cada elemento do grupo tinha uma função. Havia o Mágico das Palavras, o Ilustrador, o Senhor dos Excertos, o Senhor das Ligações, o Senhor do Essencial e o Animador de Discussão.
Mãos ao trabalho!
Depois de tiradas algumas dúvidas, começámos. Vão surgindo sempre dúvidas ao longo do trabalho, o que é natural, pois é um trabalho completamente diferente.
A aula ainda não acabou, vamos continuar esta semana. Ver o trabalho de cada grupo e discuti-lo.
O nosso Gui muito compenetrado na sua função de Mágico das Palavras

domingo, 14 de fevereiro de 2010

O ensino da escrita de textos

O domínio da escrita é um objectivo primordial no 1º Ciclo do Ensino Básico, tornando-se muito importante a utilização de materiais diversificados, sempre recorrendo a instrumentos que garantam a correcção do escrito.
Consideram-se três fases no processo de produção de textos:
- a planificação : nesta fase, a primeira, elabora-se um plano, um esquema com tópicos, palavras chave que nos ajudem a desenvolver a temática de que estamos a tratar;
- a textualização: que é a construção do texto, a organização das palavras em frases, em parágrafos e em texto;
- a revisão: leitura para aperfeiçoamento do texto.
Estas técnicas necessitam de muito treino para que o aluno consiga adquirir a autonomia necessária.
O primeiro passo para esta autonomia é a criança descobrir quais as informações que necessita extrair do texto, do power point, do filme…para poder construir um texto com princípio, meio e fim.
Através da revisão a criança vai percebendo também o que pode melhorar e onde falhou se foi numa primeira fase, recolha de informação, na construção do texto ou nas duas.
A leitura dos textos escritos e o seu aperfeiçoamento em grupo ajuda os alunos a perceberem os erros de construção frásica e organização do texto podendo ser uma grande ajuda no domínio da escrita.

O ensino da escrita de textos- 2º ano Pegada

Iniciámos a nossa aula com a apresentação de uma história “ O livro activo” em PowerPoint. Em seguida, fizemos o mapa semântico da palavra Livro.
Em conjunto fizemos a revisão da planificação do “mapa semântico”.
Com esta planificação o nosso texto tornou-se mais fácil. Em seguida apresentámos à turma.
Depois de lermos o texto à turma, fizemos a correcção dos erros ortográficos, sequências de ideias e construções frásicas.
O nosso texto ficou mais completo!

O ENSINO DA ESCRITA DE TEXTOS - 3º B

Nesta aula falámos sobre as plantas, tema que estamos a desenvolver em Estudo do Meio. Observámos um Power Point que focava vários aspectos das plantas.Aspectos que já tínhamos falado em Estudo do Meio.
Como é constituida uma planta completa.
Funções de cada uma das partes. Como são as raízes.
Qual a utilidade das plantas.
Partes das plantas que comemos. "Ó professora, e as flores?". Pois foi, esqueci-me. Mas esta falha já foi melhorada também. Ao melhorarmos o texto da Sara não nos esquecemos das flores.
Terminámos com um poema de António Gedeão.
Depois de vermos o Power Point fizemos um mapa semântico. Uma ficha com folhas e em cada folha tinham que retirar as informações pedidas. Se precisassem podiam consultar o Power Point.
Depois de preencherem as folhas todas tinham que construir um texto com as informações colhidas. Esta planificação vai tornar a construção do texto mais simples.
Seguem os tópicos das folhas e constroem frases, não esquecendo que têm que enriquecê-las com adjectivos e palavras bonitas para melhorar e embelezar a escrita.
No fim ilustraram.
Escolhi um texto para melhorar. A Sara passou o seu texto no computador. No dia seguinte leu-o para a turma. Os meninos gostaram do texto da Sara mas todos juntos melhorámos o texto e enriquecêmo-lo.
Pusemos o texto original na tela e copiámo-lo para a folha ao lado. Cada um tinha o texto original em fotocópia. Começámos por corrigir os erros ortográficos e depois melhorámos o texto todos juntos. O resultado foi reconhecido por todos.
No fim, depois de o lermos e vermos os aspectos melhorados, passaram-no na sua folha.