domingo, 14 de fevereiro de 2010

O ENSINO DA ESCRITA DE TEXTOS - 3º B

Nesta aula falámos sobre as plantas, tema que estamos a desenvolver em Estudo do Meio. Observámos um Power Point que focava vários aspectos das plantas.Aspectos que já tínhamos falado em Estudo do Meio.
Como é constituida uma planta completa.
Funções de cada uma das partes. Como são as raízes.
Qual a utilidade das plantas.
Partes das plantas que comemos. "Ó professora, e as flores?". Pois foi, esqueci-me. Mas esta falha já foi melhorada também. Ao melhorarmos o texto da Sara não nos esquecemos das flores.
Terminámos com um poema de António Gedeão.
Depois de vermos o Power Point fizemos um mapa semântico. Uma ficha com folhas e em cada folha tinham que retirar as informações pedidas. Se precisassem podiam consultar o Power Point.
Depois de preencherem as folhas todas tinham que construir um texto com as informações colhidas. Esta planificação vai tornar a construção do texto mais simples.
Seguem os tópicos das folhas e constroem frases, não esquecendo que têm que enriquecê-las com adjectivos e palavras bonitas para melhorar e embelezar a escrita.
No fim ilustraram.
Escolhi um texto para melhorar. A Sara passou o seu texto no computador. No dia seguinte leu-o para a turma. Os meninos gostaram do texto da Sara mas todos juntos melhorámos o texto e enriquecêmo-lo.
Pusemos o texto original na tela e copiámo-lo para a folha ao lado. Cada um tinha o texto original em fotocópia. Começámos por corrigir os erros ortográficos e depois melhorámos o texto todos juntos. O resultado foi reconhecido por todos.
No fim, depois de o lermos e vermos os aspectos melhorados, passaram-no na sua folha.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O ENSINO DE ESTRATÉGIAS DE COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO TEXTUAIS.

A leitura é uma competência essencial para se viver com autonomia, uma competência básica que todos devem adquirir para poderem aprender, trabalhar, realizar-se, serem cidadãos activos. Mas esta só tem realmente sentido quando se atribui significado ao que se lê, e se apreende o significado da mensagem. Se o leitor não apreende o significado do que lê e a leitura é mecanizada deixa de ter valor e é necessário descobrir estratégias para que a leitura atinja o seu objectivo que é a descodificação do conteúdo da mensagem, por isso o leitor iniciado tem de ser ensinado a desenvolver um conhecimento consciente, para poder passar para o patamar do leitor estratégico que regula conscientemente a compreensão do texto.

Compreensão da leitura - 3º B

Para esta aula, compreensão da leitura, resolvemos fazer uma pesquisa sobre o golfinho. Todos colaboraram e apresentaram trabalhos muito bons.
A finalidade era preparar os alunos para um texto informativo sobre estes mamíferos.
Por isso, antes do dia da aula, fizemos um apanhado com as informações dadas pelos trabalhos feitos. Eu lia os trabalhos e os meninos tiravam notas do que achavam importante, dados que caracterizassem estes animais.
Depois, no quadro, fomos escrevendo todos os dados registados e caracterizámos o golfinho.
Ainda antes do dia da aula fizeram uma ficha para antes da leitura do texto.
No dia da aula lemos o texto e interpretámos. Vimos se tinha alguma informação nova, mas a nossa pesquisa tinha sido muito completa e já tínhamos as informações todas registadas. Falámos sobre o que tínhamos descoberto e estavam todos orgulhosos por já saberem tanto sobre o assunto.
Depois da leitura havia uma ficha de caracterização onde eles punham as informações recolhidas no texto. Estas informações são um óptimo guião para construir um texto.
Havia ainda um esquema de comparação onde comparavam o golfinho com os peixes, características comuns e diferenças.
Foi uma aula interessante mas o mais bonito, na minha opinião, foi a pesquisa e a descoberta das características deste mamífero.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Promoção do desenvolvimento da linguagem no 1.º Ciclo

Os seres humanos comunicam de modos diferentes e por meio de vários sistemas (fala, escrita, gestos...). No homem, a linguagem não nasce pronta, é desenvolvida a partir do nascimento e ao longo da vida sendo construída na interacção e no contacto com outras pessoas.
A linguagem é o principal instrumento mediador da socialização e da interiorização da cultura, isto é, do desenvolvimento cognitivo da criança.
É papel do adulto, professores e progenitores assistir e orientar a criança, mas, e dentro do possivel, sem se intrometer ou atrapalhar a sua forma de se expressar, a sua linha de raciocínio, sendo determinante no sucesso da aprendizagem escolar da criança.
É fundamental que a criança adquira esta autonomia para interagir com os textos implicando-se sozinha nas situações de aprendizagem.
O desenvolvimento da linguagem é um elemento central no processo de aprendizagem.Para se apropriar dos conhecimentos é indispensável que domine a linguagem.

domingo, 24 de janeiro de 2010

A linguagem

No dia 28 de Janeiro a professora Ana esteve na sala do 3º B para mais uma aula do PNEP.
O tema desta aula era "Promoção do desenvolvimento da linguagem no 1º ciclo".
Tal como o tema sugere tínhamos que conversar, desenvolver a linguagem. E foi o que fizemos.
Houve um debate sobre a agricultura. Falar é connosco!
Foi apresentado um Power Point sobre a agricultura. A importância da agricultura na nossa vida, as vantagens e desvantagens da mesma e as vantagens e desvantagens de uma agricultura mais saudável, a agricultura biológica.
Durante a visualização do Power Point fomos comentando e vendo as diferenças entre as agriculturas. Chegámos à conclusão que não é fácil termos comida na mesa todos os dias e sermos amigos do ambiente.
Dpois houve um debate com dois convidados, o Engº Hugo e o Engº José, engenheiros agrónomos, e os seus apoiantes (metade da turma para cada lado). O Engº Hugo é defensor e praticante da agricultura biológica nas suas quintas, o Engº José é dono de grandes propriedades e faz uma agricultura completamente macanizada. Tinham que argumentar e defender os seus pontos de vista com a ajuda dos seus apoiantes.
Foi um debate muito interessante, com muita participação e intervenções muito positivas.
A professora Ana deu-nos os parabéns e prometemos-lhe outro debate numa próxima aula.
Depois fizeram uma ficha com as vantagens e desvantagens das agriculturas.
Através da imagem da ficha tinham que escrever de qual agricultura se tratava.
No fim pintaram e escrevemos no quadro as vantagens e desvantagens para corrigir ou acrescentar.
Foi uma aula muito engraçada. Aprendemos, rimos e divertimo-nos. Conseguiram falar na sua vez, respeitar a opinião dos outros e argumentar defendendo as suas ideias. Parabéns!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O ENSINO DA ORTOGRAFIA


Toda a escrita é uma marca. E a marca, enquanto registo de passagem ou memória, esteve, desde sempre, ao serviço da espécie humana. Através dela o ser humano se perdura e tenta combater o esquecimento que o tempo impõe ao acontecido e ao pensado.
Essa atitude de resistência ao apagamento permite transformar acontecimentos (as efémeras produções orais na linha do tempo) em factos perduráveis.
Sabemos que tanto o aparecimento como o desenvolvimento da escrita foram fortemente determinados por necessidades e condicionantes culturais.
A escrita, enquanto sistema de signos organizado e tendo em vista a leitura decifratória, parece ter surgido na Mesopotâmia, com os sumérios, cerca do IV milénio a.C., devido às necessidades decorrentes de actividades comerciais e administrativas.
Motivar para a aprendizagem da escrita implica continuar a valorizar a escrita dentro da nossa cultura e identificar quer as funções da escrita, quer as vantagens do seu domínio e aperfeiçoamento ortográfico e textual.
A dúvida surge antes de escrever a palavra. É importante que se forneça aos alunos as ferramentas e estratégias necessárias para a análise das diferentes hipóteses e para a tomada de decisão.

O ENSINO DA ORTOGRAFIA

No dia 10 de Novembro o 3ºB teve outra aula do PNEP.
Nesta aula começámos por reler "O Natal das Bruxas", um texto muito divertido que já havia sido trabalhado nas aulas mas foi relido porque o trabalho desta aula estava relacionado com a história e , como muitos meninos faltaram na semana anterior, achei por bem voltar a ler. É uma história muito divertida que não nos cansa nada e rimo-nos sempre.
A aula tinha como objectivo distinguir, durante o processo da escrita, o [ão] e o [am].
A primeira parte mostrava-nos o castelo das bruxas, com algumas palavras destacadas nas quais teriam de sublinhar as sílabas tónicas. Todas as palavras destacadas terminavam em [ão] ou [am]. Depois lemos as palavras e corrigimos as que estavam mal.
A seguir os alunos fizeram duas listas com as palavras cujas sílabas tónicas tinham sublinhado. Uma lista de palavras graves e outra de palavras agudas.
Chegámos à conclusão que na lista das palavras graves todas terminavam em [am], na lista das palavras agudas todas terminavam em [ão]. Então se pensarmos antes de escrever, esta conclusão pode-nos ajudar. Há excepções, mas regra geral termina em [ão] é aguda.
A seguir fomos aos verbos, mais um bocadinho de história que tinham que preencher com os tempos verbais, no presente, no passado ou no futuro. no futuro, na terceira pessoa do plural, os verbos terminam sempre em [ão] e no passado e no presente, regra geral, terminam em [am].Escrevemos no quadro os verbos que tinham sido necessários para completar a história.
Termindos em [am]...
e termindos em [ão].