sábado, 29 de maio de 2010

Avaliação das aprendizagens no contexto PNEP



Pretende-se com esta sessão sistematizar as respostas para as seguintes perguntas estruturadoras de um entendimento da avaliação das aprendizagens linguísticas dos alunos no 1.º CEB:
– O que é avaliar?
– O que avaliar?
– Para quê avaliar?
– Como avaliar?
A principal finalidade do processo de ensino-aprendizagem da língua é desenvolver indivíduos linguisticamente competentes, daí a avaliação ser um elemento integrante e fundamental desse processo pedagógico assumindo uma função pedagógica. A avaliação das aprendizagens linguísticas dos alunos realizou-se necessariamente ao longo de toda a formação.
Esta, tem por função regular o resultado do processo pedagógico (diagnóstica e formativa), servir de base para decisões pedagógicas referentes ao processo pedagógico de ensino–aprendizagem da língua e proporcionar condições pedagógicas que apoiem o aluno no desenvolvimento da auto-regulação/auto-avaliação da sua aprendizagem (inclui a avaliação a diagnóstica, a formativa, integrada e continuada).

3º B - Avaliação das aprendizagens no contexto PNEP

Começámos a aula com a leitura de um pequeno excerto da história "O galo da velha Luciana".


Esta parte da história fazia a descrição da aldeia onde decorre a história. Prtendia-se que, num desenho, conseguissem ilustrar a aldeia com todos os pormenores.











Desenhos quase completos, mas houve quem se esquecesse de desenhar a aldeia!
É um trabalho muito interessante que pode parecer muito fácil mas quase toda a gente se esqueceu de alguma coisa. Falta de atenção!

sábado, 8 de maio de 2010

Conhecimento explícito da língua

Com esta aula pretende-se que os alunos desenvolvam conhecimento sobre a língua para facilitar o desenvolvimento das outras competências. É uma actividade de “aprendizagem pela descoberta” para a explicitação de conhecimento linguístico com o intuito de orientar o aluno para a descoberta de regularidades / propriedades específicas, inferência de regras e validação dessas regras em confronto com novos dados tornando a reformulação das primeiras regras em generalizações com um poder descritivo empiricamente testável.
Este tema pretende colmatar a falta de “cultura geral” sobre questões de gramática.
Nesta aula pretende-se fazer o Ensino Explícito da Língua contextualizado fazendo o ensino do Pretérito Imperfeito de forma deliberada e intencional.

3º B Conhecimento explícito da língua

Nesta aula vimos um Power Point com uma história de um patinho que não gostava de legumes.
Na história predominavam os verbos no Pretérito Imperfeito.
Leram a história em suporte de papel e repararam que havia verbos a negrito.Fizeram uma tabela com alguns dos verbos a negrito e concluiram que todos se encontravam no Pretérito Imperfeito . Descobriram que, conforme as conjugações as terminações variam.



































sábado, 24 de abril de 2010

Leitura e escrita de textos não literários

Face à necessidade de contacto com textos em diferentes suportes e formatos torna-se fundamental que os alunos os experimentem e explorem na sala de aula. Esta exploração facilita o dia a dia dos alunos como cidadãos e prepara-os para uma melhor interpretação de tudo o que os rodeia, textos de actuação social que ao serem explorados na sala lhes permitem construir o conhecimento académico sobre a realidade.
Segundo o novo programa os alunos devem contactar com múltiplos textos em diferentes suportes e formatos, de diferentes tipos e com finalidades distintas, considerando o domínio do literário e o do não literário, sendo o texto não literário fundamental na construção e organização do conhecimento.

3º B - Leitura e escrita de textos não literários

Nesta aula falámos sobre a solubilidade de alguns materiais. Numerámos quatro frascos, nos quais iríamos colocar quatro materiais diferentes para verificar se se dissolviam ou não.Todos os frascos tinham água. No frasco nº 1 colocámos açúcar.
No nº 2 colocámos areia.
No nº 3 colocámos sal.
E no nº 4 colocámos café.
O que iria acontecer? Todos concluiram que o sal e o açúcar se iam dissolver, a areia não se dissolvia "senão na praia não havia areia", mas o café deixou dúvidas.
Mexemos todas as misturas mas se não mexêssemos os resultados seriam os mesmos mas mais demorados.
Qual seria a maneira de tirarmos esta dúvida? Vamos coar a mistura da água com o café e verificar o que acontece. Coámos e o pó de café ficou todo no coador. Deu cor e cheiro à água mas não se dissolveu.
Então, quando os materiais não se dissolvem podem-se separar filtrando. Quando se dissolvem e formam uma solução podem-se separar através da evaporação da água, como verificámos na solução que tirámos da experiência feita com a mãe da Margarida. Depois de filtrada a solução da aula de ciências, colocámo-la numa taça, a água evaporou-se e ficou o sal no fundo.
Lemos uma ficha informativa, com os nomes científicos dos fenómenos ocorridos.
E construímos uma tabela com o que tínhamos observado.

quinta-feira, 18 de março de 2010

O ensino da escrita de textos literários

Em sala de aula, o trabalho com a literatura deve procurar estimular a criatividade linguística das crianças, contribuindo para formar o seu sentido estético e iniciando-a na arte em geral.
Um trabalho diversificado e criativo com a leitura é cada vez mais necessário na escola actual, tendo em vista as crescentes transformações e exigências da nossa sociedade e do mercado de trabalho, quanto à capacidade de ler e interpretar textos. Para se conseguir que o aluno se torne um leitor crítico, o texto tem que ser alvo de reflexão e recriação, associando a actividade de leitura à produção de outros textos ou trabalhos feitos pelos alunos e facilitando a expressão de suas visões sobre o texto.
É fundamental que os alunos entendam que a leitura não se limita a um processo mecânico de articulação e conjunção de um conjunto de símbolos, mas passa também pela apreensão da mensagem que nos querem passar. Para tal devemos contextualizar-nos devidamente e procurar recolher o máximo de informação possível sobre o que estamos a ler.